Olá brisa do mar!

Sou perfeccionista, como já te contei no meu livro Back to Natural. Gosto de fazer tudo bem feito. Gosto de ter tudo super organizado. Gosto de ter as coisas bem arrumadas. Há muitas pessoas cujo perfeccionismo se manifesta também sob a forma de querer agradar a todos/as, colocando as suas necessidades em segundo lugar. Contudo, e apesar de gostar de agradar, sempre soube que tinha de me respeitar em primeiro lugar.

Em termos práticos o facto de ser perfeccionista faz com que, por exemplo:

  • Seja demasiado exigente comigo própria
  • Lute para não estar sempre a fazer alguma coisa
  • Perca imenso tempo com pormenores (e às vezes escapa-me o todo)

No entanto, tentar ser perfeita é simplesmente frustrante porque é impossível! Desde que me mudei para os Açores, contudo, comecei a olhar para mim mesma de outra forma. Tive mais tempo para (me) pensar e perceber como o perfeccionismo mascara a(s) minha(s) insegurança(s). Tomar consciência disso foi, por si só, um passo importante. Mas em termos práticos o que poderia fazer mais?

Em primeiro lugar comecei a desenvolver a minha auto-confiança. É um processo contínuo, mas sinto que avancei muito a este nível. Para além disso, portar-me mal de vez em quando é libertador. Sim, leste bem. Portar-me mal. Em termos práticos, isto significa fazer algo que acho que não deva fazer ou ser irresponsável. Para quem é perfeccionista isto pode ser um verdadeiro desafio, no entanto com óptimos resultados. Mas claro que não te estou a encorajar a cometer algum crime ou a magoar alguém!

Se és perfeccionista, então lanço-te este desafio. Lista num papel três formas de te portares mal esta semana e implementa-as. Por exemplo:

  1. Passar um dia sem fazer a cama
  2. Dizer “não” a alguém
  3. Ter o telemóvel desligado o dia todo

 

No final da semana adoraria que me dissesses como te sentes!

 

Sorri e sê feliz,
Natacha

 

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